Junho deu-me a liberdade que precisava. Empurrou-me para a frente, no caminho que está desenhado para mim. Acredito que me tenha empurrado para mais perto dos meus sonhos e da minha essência. Junho foi um mês surpreendente. Pela positiva e pela negativa. Mostrou-me a natureza da maior parte das pessoas que me rodeavam, tão queridas e igualmente monstruosas. Junho trouxe-me carácter, decisão, mais dez centímetros de testa. O mês em que saí sem olhar para trás, em que engoli tantas palavras que um dia vou ter de escrever, veneno que tem de ser despejado. Mas Junho, meu querido Junho, deste-me o que supostamente consigo suportar. E é seguindo por este caminho que vou tentar não decepcionar-te.
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