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A dieta do paleolítico

Já há algum tempo que tinha curiosidade em experimentar a Dieta do Paleolítico. Na verdade, não é bem de uma dieta que se trata, estamos a falar de um regime alimentar que remonta aos tempos ancestrais em que o homem comia apenas o que conseguia caçar ou que a natureza lhe dava directamente. Neste regime ou ideologia, como lhe quiserem chamar, não são ingeridos nenhuns produtos alimentares processados. O caso dos cereais, dos lacticínios e dos açucares. Basicamente e muito resumidamente, as regras básicas da Dieta do Paleolítico são:


  • Consumir todas as carnes magras, peixe e marisco que quisermos
  • Consumir todas as frutas e legumes não amiláceos que quisermos
  • Não podemos consumir cereais
  • Não podemos consumir leguminosas
  • Não podemos consumir lacticínios
  • Não podemos consumir alimentos processados

Não é, portanto, uma dieta sem gordura. É sim uma dieta sem "gordura má".



Como tinha algumas dúvidas comprei o livro sobre esta Dieta do Dr. Loren Cordain, um médico que estuda esta dieta há mais de duas décadas e diz ser a mais indicada para nós. Segundo ele, foi assim que o homem começou a ingerir alimentos processados que começaram a surgir as doenças crónicas. A comparação entre este tipo de alimentação e a que é feita maioritariamente nos Estados Unidos é chocante. Na verdade passamos grande parte do tempo a dar ao nosso organismo coisas que ele não consegue digerir e depois ficamos inchados, cansados e surgem as doenças metabólicas.


Assim, e depois de devidamente informados, começamos hoje uma semana da Dieta do Paleolítico. Os testemunhos, presentes no livro, de pessoas que sofriam de doenças crónicas e passados alguns meses desta dieta terem deixado de ter sintomas e anos mais tarde nem sequer precisarem de qualquer tipo de medicação é inspirador. Foi, aliás, através da entrevista ao Bernardo Pinto Coelho que percebi que este seria um caminho pelo qual gostaria de seguir.

Ao longo desta semana vou partilhar convosco algumas refeições e inspirações do livro, o máximo que puder. 

Hoje foi o dia 1. Vamos seguir este plano durante 6 dias.



O nosso pequeno almoço :
Bacon, sumo de laranja e salada de frutas (melão, maçã, pêra, uvas, amoras)


O nosso almoço:
Peito de frango
Cogumelos salteados
Amêndoas tostadas
Mistura de verdes
Azeite


Até amanhã :)
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A nossa história de amor


A nossa história de amor:

2 de Novembro 2010 - Sentámo-nos lado a lado

15 de Fevereiro de 2011 - Ele levou-me ao outro lado do Tejo

19 de Março de 2011 - Ele pediu-me em namoro, a muitos quilómetros daqui

11 de Setembro de 2011 - Começámos a viver na mesma casa

21 de Março de 2014 - Ele pediu-me em casamento, a muitos quilómetros daqui

19 de Setembro de 2015 - Vamos dizer que sim!



A um mês do casamento, não se fala de outra coisa a não ser das borboletas na barriga.

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Correr a maratona

A oportunidade espera por nós. Se for preciso, espera uma vida inteira. E mesmo quando queremos muito muito que ela venha ter connosco, só a conseguimos agarrar quando somos nós a correr para ela. É quase como uma maratona. Primeiro treina-se, correm-se muitos quilómetros, quase desidratamos, rebentamos os pés de bolhas, queremos desistir e voltar para trás, já não temos a certeza de onde fica a meta. Perdemo-nos nos cruzamentos, damos uma volta ainda maior, ficamos cansados, frustrados, já não temos ninguém a apoiar-nos. Lembramo-nos vagamente do porquê de termos começado, mas arrependemo-nos amargamente de ter dado o primeiro passo. Parece tudo tão longe, perdemos imensa gente pelo caminho, perdemo-nos muitas vezes dentro de nós. Nas manhãs cinzentas de chuva que teimam em não deixar brilhar o sol. Comemos barras energéticas, bebemos muito café, afundamo-nos em coisas que nos dão um impulso imediato e muitas horas de arrependimento. Esquecemo-nos do foco, mas continuamos a correr. É a única coisa que o nosso corpo nos permite fazer, passo atrás de passo, quilómetro atrás de quilómetro. E quando achamos que tudo foi em vão, quando estamos perto de pedir boleia ao primeiro devaneio que nos apareça pela frente, eis que a oportunidade se ilumina. Esteve sempre lá. Mesmo à nossa frente. Precisámos de nos perder e encontrar outra vez para lhe darmos toda a importância que merece. Está mesmo ali, brilhante, alegre, cheia de vida. E, quando mergulhamos nela, por fim, tudo o que ficou para trás deixou de fazer parte de nós. Livrámo-nos de metade do nosso peso. O peso do mundo e do passado, das histórias dos outros que teimamos em carregar dentro de nós. Ficamos só nós, o nosso peso leve, o nosso optimismo, a nossa felicidade pura. É hora de descansar, de abraçar o futuro, de dizer olá a uma nova vida.


The cure for anything is salt water - sweat, tears, or the sea.

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O sabor dos recomeços













Sempre gostei de estradas campestres e desertas. Talvez por isso me tenha apaixonado imediatamente pela Irlanda. Em portugal, conheço muito bem a costa alentejana mas nunca me tinha aventurado no alentejo profundo. Os meus dias agora assim o obrigam e não podia caber em mim de contente ao conduzir por estes caminhos desertos e tão, tão em paz. Parei o carro vezes sem conta, mesmo sozinha, não consegui deixar escapar estas fotografias que me fazem sorrir em pleno verão, com o termómetro a registar 38 graus.
O alentejo já fazia parte da minha felicidade, agora faz parte dos meus roteiros. E vale tanto a pena as horas de estrada e os devaneios do GPS, só assim de descobrem estas paisagens apaziguantes. Parece que me sinto mais leve ao percorrê-las, têm o sabor dos recomeços.



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E o melhor é suficiente

Somos sempre o nosso melhor. Assim que acordamos e pousamos os pés no chão, já somos o nosso melhor. Somos o nosso melhor ao cumprir horários, ao comer frutos vermelhos ao pequeno-almoço, ao descer as escadas e esquecer o elevador. Somos o nosso melhor mesmo no nosso pior. O nosso melhor sobressai sempre em tudo, em todos os que nos rodeiam. Damos o nosso melhor ao perguntar ao amor da nossa vida o que prefere para jantar, ao dar permissão no meio do trânsito, ao comer espinafres numa salada ao almoço. Somos o nosso melhor quando cumprimos os objetivos que nos são propostos e muito melhores quando sorrimos ao fazê-lo. Somos melhores ao conversar em vez de enviar sms, ao dar os bons dias em vez de apenas entrar pela porta. Somos o nosso melhor quando olhamos para a balança, quando pintamos as pestanas com máscara preta, quando escolhemos uma bola de berlim e desprezamos a cenoura descascada no fundo do saco. Somos o nosso melhor quando sonhamos em ser melhores e nunca piores. Quando pensamos na próxima viagem e imaginamos a roupa nova que vamos levar na bagagem. Somos mulheres, somos humanas, somos mães, somos profissionais, somos bloggers, somos donas de casa, somos o melhor sonho que podíamos desejar. Somos tudo dentro de uma pessoa só. Somos milhares de pensamentos em simultâneo, multi-funções, multi-emoções. O nosso melhor, comparado com os obstáculos da vida, com os dias cinzentos, com os nãos que colecionamos pelo caminho, é o melhor que podemos ser. Para nós, o nosso melhor é suficiente. Assim como para quem nos ama, para quem nos sorri, para quem nos vê tornar nas melhores de sempre. E mesmo quando choramos, quando gritamos dentro do carro de vidros fechados, quando olhamos para o nosso reflexo e não somos perfeitas, quando as pernas nos pesam mais que o coração, quando a cabeça se enche de incertezas e a vida de desafios, devemos sussurrar baixinho és o melhor que podias ser. Porque o mundo vive de guerras, de líderes ambiciosos, de inverno e de verão, tal como nós. Somos o líder mas ambicioso do nosso dia-a-dia, tentamos vencer batalhas interiores a cada segundo, temos dias de chuva e frio e outros em que o sol brilha cá dentro. E brilhamos sempre. E, dentro de nós, existe sempre o melhor e o pior. Somos o melhor do pior. Somos o melhor de nós.


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pormenores do ♥

Têm sido dias de muitos quilómetros, muito calor, muitos desafios, muitas reuniões, muitas decisões, muitos emails, muita, muita novidade, tudo a acontecer!

Mas...

Pausa!

No meio de toda esta loucura, pára-se, enche-se o peito de ar, sente-se o restolhar das folhas lá em cima, debaixo da sombra das árvores que crescem indiferentes à azáfama da cidade.

Encontramo-nos com as amigas do ♥ e enchemos os olhos e os sonhos de toques delicados, tecidos suaves, cores românticas.








Há um casamento cada vez mais perto de acontecer, uma prioridade inadiável e que requer atenção e mimo.

E que bom é sorrir ao olhar para estes pormenores e perceber que o dia mais importante da nossa vida obriga-nos a ter tempo para nós e para quem nos ama.

Obrigada S. 
É caso para dizer que o teu presente vai estar junto ao meu coração neste dia tão especial.

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