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On my mind | Let it fall




O outono tem as cores mais bonitas.



Mais imagens no meu pinterest.
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Setembro, para sempre

É o meu mês dos recomeços. O mês onde o calor dá tréguas e as noites são mais frescas. O mês em que volto a beber chá, a fazer bolos de chocolate e maratonas de filmes no sofá. Tenho uma adoração por setembro, apetece-me mudar a cores que me rodeiam, começar tudo de novo. Refrescar as jarras com flores frescas, comer as minhas sopas favoritas e usar os meus tons de eleição. Este setembro será provavelmente o melhor de toda a minha vida. Guardei para ele o nosso dia mais especial e a viagem que inicia a nossa família a dois. É um setembro para sempre. Cheio de coisas boas, dias de sorrisos, planos para terminar, pormenores do coração, olhares cúmplices. É o mês do nosso sim. É o primeiro mês da nossa família.


 Setembro, esperei tanto por ti.


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Bem vindo Outono



4 maçãs | sumo de 1 limão | 1 ovo | 2 gemas | 150g açucar | 120 g manteiga | 10 g vinho do porto | 170 g farinha | 2 c.chá de fermento para bolos | 1 pitada de sal | canela para polvilhar

pré-aqueça o forno a 180º | descasque as maçãs, corte em quartos e depois finamente | regue com o sumo de limão e reserve| misture muito bem as gemas, o ovo e o açúcar | adicione a manteiga e o vinho do porto e misture | adicione a farinha, o fermento e o sal e misture| deite a massa numa forma de fundo removível | coloque por cima as fatias de maçã e leve ao forno por 30 minutos | desenforme depois de arrefecer e polvilhe com canela 

Fica a cheirar a outono pela casa :)

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on my mind | autumn colors






A Massimo Dutti é o meu estilo. Da cabeça aos pés. Sempre que passo por lá apaixono-me por outra peça e esta nova colecção está de cair para o lado. Os meus azuis e  meu querido cinzento não me dão descanso. Podia vir tudo morar para o meu roupeiro. 

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Querido Setembro

Setembro, meu querido. Espero o ano todo por ti. Foste tu que construíste o tecto por cima de um amor ainda a crescer, que me trouxeste sempre cadernos a estrear, só tu sabes como gosto de folhear as páginas ainda brancas. Querido Setembro, traz-me de volta os finais de tarde mais apressados, o cheiro a bolo a crescer no forno, as mantinhas no sofá, as chávenas de chá quente e as tardes de filmes. Traz-me a colecção de roupa pela qual espero dias e dias, traz-me o sossego das decisões tomadas e das etapas que já terminaram. Traz-me a motivação dos novos projectos. Que sejas sempre o meu mês do coração, a possibilidade de começar de novo, os pares de sapatos fechados que substituem os abertos, o namoro pegado com os pretos, os cinzentos e o meu magenta. Que sejas mais doce comigo este ano. Mas menos que no ano que vem. Porque foi a ti que escolhi, querido Setembro, para celebrar o meu amor para sempre.





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A hora dos recomeços


Agosto está a chegar ao fim. A noite nasce mais cedo, o vento dá-nos a conhecer a próxima estação. As cores estão a mudar, o azul vai dar lugar ao amarelo, verde e magenta. E sei que posso ser suspeita, mas adoro esta transição.
 É a hora dos recomeços.

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O outono em Hyde Park
































A natureza tem de estar dentro de todas as minhas viagens. Sejam folhas, árvores, verdes, amarelas, tenha de andar quilómetros para a fotografar, é das minhas maiores paixões. São os tons da terra, os marcos das estações, o ar limpo dentro das cidades cosmopolitas. E Londres tem tudo isso e muito mais. Um pé dentro dos parques a perder de vista, e esquecemo-nos que estamos numa das maiores cidades do mundo. O silêncio como pano de fundo, os passeios cheios de tempo e as cores maravilhosas. Trouxe tudo comigo. Dentro destas imagens.

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Bolo de chocolate combina com o outono

 
Dias frios combinam com chocolate. Chocolate combina com Pantagruel. Pantagruel combina com bolos. Com mousse. Com tudo o que seja delicioso para partilhar em frente à lareira.
 
 
(Mais tarde a nova receita que vou experimentar hoje:
Bolo surpresa de dois chocolates com framboesas)
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O outono no seu melhor

Têm sido dias de muito trabalho, de viagens entre o norte e o sul, congressos e jantares, de muito pouco tempo para me sentar ao computador e deslizar pela minha deliciosa lista de blogs, de me inspirar com pessoas que transparecem inspiração, de fotografar. Ontem deparei-me com as árvores mais bonitas que já vi em toda a minha vida, grandes, majestosas, repletas de folhas cor de morango a dar as boas vindas ao outono. E de cada vez que olhei para elas senti um desejo enorme de fazer as centenas de quilómetros que me separavam da minha máquina fotográfica para as gravar na minha lente, para guardá-las como as imagens mais requintadas do outono que começou. Quando me despedi, quando a luz dourada do final de tarde terminava o enquadramento perfeito naquele tom de morango, disse a mim mesma que era capaz de registar cores assim para o resto da minha vida. Sem esforço, sem remorso, sem culpa, com toda a felicidade e motivação que uma vida deve ter.
 
 
 
Imagem: Pinterest
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Amor em forma de frutos (II)


 
 

 
 

 
 

 
 

 
 

 
 

 
 

 
 


 
 


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Amor em forma de frutos



A minha família vem da terra. Nasceu da terra, trabalhou a terra e esta certamente que irá dar frutos durante as próximas gerações. Eu ainda sou do tempo de calçar as galochas, vestir o impermeável, levar a marmita debaixo do braço e seguir os meus avós pelo campo fora. Ainda sou do tempo de aprender a descascar batatas em criança, sentir o peso da responsabilidade, aprender as muitas receitas de compotas e doces da minha avó, mexer em tachos e panelas, atear o lume e ver sair o pão do forno a lenha. Amanhã é dia de pegar nos meus avós, nos meus avós mais queridos, dar-lhes a mão e contornar as oliveiras que o meu avô viu crescer. Levar o meu amor comigo e dar-lhe a conhecer a matéria prima mais preciosa deste cantinho à beira-mar plantado. Ver o entusiasmo do meu avô a explicar o que nasce da terra, de forma simples e genuína, reparar no sorriso que se estende aos seus olhos cada vez que toca numa das árvores da sua família. Que são a sua família. Que daqui a dias vai instigar com uma vara  na mão e ver cair os pequenos frutos verde-azeitona em cima da rede que estendeu. Que vão transformar-se no líquido dourado que temos em casa todo o ano. O líquido que alimenta o amor desta família.


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Manhãs com chuva

Há felicidade na minha vida. E é tão bom reconhecer o que nos arranca um sorriso imediato aos lábios de um momento para o outro. Aquilo que nos arrepia de ternura, que nos aquece a alma, que nos bombeia o sangue mais quente para o coração, que nos faz sonhar e imaginar um mundo melhor. Há que saber quais são os nossos momentos felizes. Momentos onde somos maiores que os outros. Mais confortáveis, mais seguros, mais leves. Momentos que nos trazem serenidade no meio do caos ou nos provocam a euforia da excitação de coisas boas que se aproximam. Como aquele formigueiro na ponta dos dedos que nos leva a querer apressar o tempo e passar por cima das horas lentas e impávidas ao nosso entusiasmo. Se há coisa que me faz querer levantar da cama de um pulo é saber que tenho uma manhã pela frente de chuva lá fora e revistas novas para ler a acompanhar um pequeno- almoço-até-ao-almoço. E para mim, não há melhor pequeno almoço do que aquele que inclui um galão. Pode ter tudo e mais alguma coisa, mas o galão não pode faltar. Infelizmente o galão até há bem pouco tempo era coisa que não se fazia em casa. Mesmo indo a um café não poderia bebê-lo porque o meu querido organismo iniciou um divórcio litigioso com a lactose há uns anos e a coisa culminou numa procura incansável de leites e produtos lácteos que me fizessem feliz. Mas onde encontrar um café com leite sem lactose? Impensável. Até que, como por milagre, os pacotinhos de galão Nestlé entraram nesta casa. E já não passamos um sem o outro. E isto é paixão à séria.


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Life's too short to wear boring clothes

 
 
A chuva chegou. E com ela os tons de outono dos pés à cabeça. O cabelo caramelo+canela escolhido das novas tintas sem amoníaco, a camisola beringela e as calças rosa velho. Adoro a entrada do frio. As folhas amarelas no chão. A marmelada da avó. O regresso às rotinas indoor e os tons fortes. Mas o que me faz gostar mesmo mesmo do outono e de setembro é que daqui ao Natal é só um pulinho. O Natal, ah o Natal

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Adeus Agosto, Olá Setembro

 
 

 
 

 
 

 
 

 
 

 
 

 
 

 
 

 
 


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