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O que a vida nos traz

A vida dá-nos o que precisamos quando estamos prontos para isso. A vida sabe sempre o que fazer com os nossos desejos e as nossas esperanças. Por vezes, ao querermos apressar os planos, ficamos frustrados, cheios de medo de que afinal não somos especiais. Mas dentro do nosso coração somos sempre especiais. Para nós, para os que nos rodeiam, para os que nos amam, para os que dividem os nossos dias connosco, temos um brilho único. Não podemos deixar de acreditar em nós, nas nossas capacidades, na nossa autenticidade. Somos o que somos porque a vida fez de nós o que queria. E ao fim de onze meses em casa a minha caminhada pelo meu futuro deu frutos. Ao fim de onze meses de muitas manhãs sem sentido, de muitas noites mal dormidas, de muitas palavras feias e lágrimas, de me sentir inútil para o mundo, ao fim de onze meses a vida lembrou-se de mim. Começa agora uma nova etapa, um novo ciclo, um novo projecto que me vai fazer caminhar mais depressa até o meu objectivo final, aquele que está lá à minha espera. E por mais voltas que o mundo dê, por mais obstáculos que a vida me traga, o meu sonho está cada vez mais perto. Porque o sinto na pele, cada vez mais perto, porque o vejo ao fundo, cada vez mais brilhante. Este é o início da última estrada.


[irlanda 2015]
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Focar

Acreditar no futuro. Olhar para ele sem receio. Interiorizar que o melhor está, mesmo, para vir. Acordar e fazer planos, tomar decisões no sentido que queremos seguir. Não duvidar, não desvanecer, não fraquejar a cada passo. Sermos mais fortes, acreditarmos que somos amados, que somos bons, que temos todo o potencial que vêm em nós. Usar um sorriso na cara e contrariar os dias maus, longos e cinzentos. Potenciar o mau para o bom. Fazer os outros mais felizes, para sermos mais felizes também. Crescer, crescer tanto, mais um bocadinho todos os dias. Esperar, pelo melhor, pela oportunidade que nos prometeram, pelo que acreditam de nós. Fortalecer relações e não dar margem para pensamentos perdidos. O foco. Naquilo que queremos, que gostamos, que merecemos. Focar o futuro feliz que nos espera e viver este dia como se a espera estivesse prestes a acabar.


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Dear 2015

2015, és o ano das expectativas. Todas. A começar por uma viagem nos primeiros meses, passando pela concretização profissional há muito esperada e a terminar com o dia mais feliz da minha vida. És o ano da concretização. De tudo o que está em stand-by ganhar forma e ser palpável. O ano do verbo acontecer. Acontecer em bom, em grande, em felicidade, em força. O ano de início. De uma carreira e de um casamento. Estás preparado? Sem pressão, ok?



Um bom ano para vocês e um grande beijinho ♥ Que 2015 brilhe para todos
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O desafio

Condessa desafiou-me a responder a dez perguntas:

1. O que sai sempre contigo de casa?
Nunca saio de casa sem o meu querido telemóvel. Estou constantemente contactável. Que canseira :)


2. Qual o teu animal preferido?
Este. É o meu gato Tó.




3. Qual é o teu sapato preferido?
Neste momento as minhas primeiras Vans. Foi amor à primeira vista.




4. Produto de maquilhagem indispensável?
Máscara de pestanas. Sem ela sinto-me nua.

5. Qual é o teu maior sonho?
Viajar pelo mundo e escrever sobre isso.


Itália

6. Qual é o teu maior defeito?
Sou indecisa. Mais do que é suposto admitir.

7. O que te irrita nas pessoas?
Serem os donos da razão e não darem ouvidos a mais ninguém.

8. Qual é a tua comida preferida?
O melhor sushi que já comi, no Sushic.

9. Doce ou salgado?
Salgado. Sem dúvida. Sou pessoa de petiscos.

10. O que te deixa feliz?
Viajar. Muito.


Tailândia


11. Escolhe 5 blogs para fazer este TAG
Escrever Fotografar Sonhar , Mafalda , Bunyssa , Andorinha Boa Boa , Raquel Caldevilla 

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Querido Setembro

Setembro, meu querido. Espero o ano todo por ti. Foste tu que construíste o tecto por cima de um amor ainda a crescer, que me trouxeste sempre cadernos a estrear, só tu sabes como gosto de folhear as páginas ainda brancas. Querido Setembro, traz-me de volta os finais de tarde mais apressados, o cheiro a bolo a crescer no forno, as mantinhas no sofá, as chávenas de chá quente e as tardes de filmes. Traz-me a colecção de roupa pela qual espero dias e dias, traz-me o sossego das decisões tomadas e das etapas que já terminaram. Traz-me a motivação dos novos projectos. Que sejas sempre o meu mês do coração, a possibilidade de começar de novo, os pares de sapatos fechados que substituem os abertos, o namoro pegado com os pretos, os cinzentos e o meu magenta. Que sejas mais doce comigo este ano. Mas menos que no ano que vem. Porque foi a ti que escolhi, querido Setembro, para celebrar o meu amor para sempre.





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o sentido dos ponteiros do relógio

Os dias começam todos iguais. Espera-se que o sol nasça no horizonte e que a terra gire no mesmo sentido de sempre. O leite na mesma taça, arrumada no mesmo armário. A chave roda no sentido dos ponteiros do relógio, as horas andam sempre para a frente, os passos são uns a seguir aos outros. Aos poucos vamos sentindo qualquer coisa diferente, cá dentro. Alguma coisa que nos faz ocupar mais do que um lugar na carruagem do metro, é quase palpável. É transcendente. Apetece partilhar. Olho em volta e quero distribuir toda esta felicidade que nasceu cá dentro. Não há espaço para egoísmos, para compaixões. Há sim, tempo para sorrir, sorrir a quem entra, a quem sai e a quem passa apressado. Há a certeza de decisões tomadas. Gigantes. Do tamanho de montanhas cheias de neve. Do tamanho dos nossos sonhos. Decisões que sempre foram as mais certas, mas que trazem a bonança depois da tempestade. Vamos seguir os nossos sonhos. Vamos transparecer felicidade a quem nos rodeia. Vamos arriscar. Vamos dar uma oportunidade ao mundo para girar de maneira diferente. Para girar ao nosso ritmo. Só para nós. Nem que seja apenas por um dia.


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Pontos de viragem

Existe em nós, sonhadores, qualquer coisa que nos engrandece. Seja pelas montanhas que nunca subimos mas que estão no horizonte das nossas visões diárias ou pela capacidade de recriar cenários para coisas comuns. Seja pela força de vontade em mudar para melhor, sempre, ou pela indecisão que nos atormenta no dia-a-dia. Sempre quis ser melhor. Nunca fui ambiciosa e tenho plena consciência das minhas limitações. Mas é a sonhar que me vejo como alguém que tem alguma importância neste mundo. O privilégio de antecipar o que é inalcançável para muitos, e o prazer de confiar no meu instinto. Tenho um instinto quase felino, sei reconhecer pessoas menos boas a léguas de distância, fico atormentada sempre que tenho de lidar com elas e não tenho por onde fugir. São pessoas que me limitam a visão, que me entopem de coisas más, que me fazem duvidar das minhas capacidades. São o meu oposto, o meu ponto de viragem. E a liberdade dos próximos tempos traz-me paz por saber que essas pessoas ficam encaixotadas lá atrás, no passado que já não pode acontecer. O futuro está mesmo aqui, recheado de sol, coisas bonitas para fazer, desafios novos e muitas, muitas pessoas que me querem bem. E que me fazem ser melhor.
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As fases do luto

Há papéis para assinar, vodka para beber e cigarros para fumar. Há um luto. Que tem muitas fases. A primeira, que me atropelou há uns meses , é a da negação. Tornei-me numa rebelde, deixei de atender muitos telefonemas, arranjei desculpas e tapei a cabeça com os lençóis de manhã. Depois negociei. Tentei fazer-me passar por cordeirinho, quando me apetecia arrancar-lhes a cabeça com os dentes. Fiquei dividida entre o que fazia e o que devia ser feito. Fiquei com medo. Até que caí em mim e deixei-me entristecer. Chorei, perdi o apetite, fiquei apática e regressei milhares de vezes em pensamento aos sonhos que tinha quando era miúda. E por fim, acordei numa manhã de sol, pousei os pés no chão, espreguicei-me e quis mais. Mais sabor. Mais desejo. Mais felicidade. Quis ser mais eu, quis dar mais de mim ao mundo e a quem me rodeia. Foi nessa manhã que aceitei. Com toda a calma do mundo aceitei que não era isto que devia fazer. Que não me saciava o apetite, não me dava o suficiente. E então esperei. Esperei, rezei, fiz figas e falei muitas vezes baixinho comigo mesma. Fiz das tripas coração. Mas aconteceu. Agora é real.
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A família que escolhemos

E depois têm conversas connosco de meia hora e toda a nossa perspectiva muda. O nosso foco torna-se mais aguçado, converge num único sentido, sem distrações. Desenham-se planos e formam-se estratégias. O nosso melhor vem ao de cima e a possibilidade do mundo nas nossas mãoes também. Afinal esteve sempre aqui, o tempo todo. O nosso potencial é gigante. É maior que o nosso corpo e muitas vezes do que os nossos sonhos. É toda uma nova vida, uma nova mudança. Todas as nossas esperanças se tornam insignificantes perante alguém que não duvida de nós. Que desde o ínicio olhou para nós e traçou-nos um rumo. Um objectivo. Um sonho maior que nós. São estas as pessoas que dão significado à vida, que nos enchem de energia e de recomeços. Que são nossos confidentes, nossos conselheiros. Que vêm para lá de nós, para lá de todos. Que nos trazem confiança e poder. E eu tenho a sorte de ter alguém assim na minha vida. Que vai partilhar comigo um dos dias que vão marcar a minha vida.


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O dia em que fui despedida

Acredito que não conseguimos escapar ao que o futuro nos reserva. Quando me licenciei estive seis meses em casa e nunca, em qualquer outra altura, os azulejos da casa de banho estiveram tão limpos. Meti mãos à obra, entreguei dezenas de currículos presencialmente que não deram em nada. Fui chamada para um estágio não remunerado, durante três meses apanhei o comboio das seis da manhã e voltei para casa no das onze da noite. Sempre acreditei, sempre trabalhei, sempre à espera da oportunidade de uma vaga prometida desde o primeiro dia. Não aconteceu. Mudei-me de armas e bagagens, sem medos, cheia de vontade, para uma casa a trezentos quilómetros da minha família e dos meus amigos. Trabalhei, fiz turnos, fiz noites, vivi uma vida que não era a minha. Abri um hospital com uma equipa de raíz, fui técnica, enfermeira, recepcionista, auxiliar, coordenei entregas e requisições de material. Ao fim de quatro meses fechei esse mesmo hospital e mais uma etapa na minha vida. Recebi um telefonema que me fez vir para Lisboa, e numa semana morava numa casa partilhada na Avenida de Roma. Fui aceite numa multinacional, até hoje. Até hoje e depois de 80 mil quilómetros conduzidos, de mil e uma formações na Alemanha, de formações em sítios inóspitos, de muito sacríficio e esforço a nível pessoal. Hoje fui despedida. Hoje fecho mais uma porta. Aprendi muito, especializei-me, viajei, tornei-me mais tolerante, mais profissional. Cresci enquanto pessoa, sorri quando me apetecia chorar e calei-me quando queria gritar que o mundo fosse à merda. Hoje é o último dia de quatro anos a puxar por mim, a superar-me, a fazer pelos outros o que nunca fizeram comigo. Hoje digo adeus a uma empresa que nada tinha a ver comigo. E agora tenho a vida toda pela frente. Tenho planos para alinhavar, prioridades para estabelecer. Vou arregarçar as mangas e fazer o que tem de ser feito. Vou bater às portas, vou tentar tornar sonhos em realidade. Mas acima de tudo acredito que o destino nos supera sempre. Por muito boa vontade e muito esforço. Por mais que o nosso pensamento seja sempre positivo. Hoje é o primeiro dia da mudança. Eu vou fazer a minha parte. Ouviste Universo? Está na altura de fazeres a tua também. 


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Três meses em oitenta anos

O síndrome de filho único / primeiro filho é difícil de gerir. Somos os únicos, os primeiros, os centros das atenções. São pesos de uma vida, muitas vezes aquela que não se quis, sobre os nossos ombros. Todos os desejos, orgulhos, medos, todos os olhares se viram para nós. Somos os que abrimos a porta à puberdade, adolescência, juventude e temos de quebrar barreiras, esticar a suposta "desobediência" até à liberdade adulta. E é aqui que as decisões de tornam difíceis de aceitar. Muitas vezes até de suportar. Tudo está certo e planeado na nossa cabeça, mas ao dizê-lo em voz alta a realidade atropela-nos a mil à hora. Duvidamos, trazemos todo o medo à flor da pele, perdemos o apetite, começamos praticamente a aceitar a derrota. É a nossa vida por um fio. É o futuro incerto e a vontade a correr nas veias. Serão três meses suficientes para nos derrotar? Serão três meses, numa vida de oitenta anos, a nossa desgraça? A nossa perda de capacidades? O nosso ponto final? Confiamos em nós para ficarmos por nossa conta e risco? Porque aos oitenta anos, sentados no sofá da sala vazia e fria, com a família longe e a sopa a aquecer no fogão, é tudo o que nos vai restar. A memória do que vivemos, do que fizemos, as decisões contra tudo e contra todos, os nossos sonhos realizados, a nossa viagem pelo mundo.
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Inspiração

Precisamos de  serenidade para aceitar as coisas que não podemos mudar, 
coragem para mudar as coisas que podemos 
e sabedoria para saber a diferença entre elas.


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Mindset

"Ser despedido pode ser bom para a sua carreira.

Ser despedido quer dizer, frequentemente, que está em desacordo com a sua empresa. 

Isso significa que não é o trabalho certo para si.

Eu fui despedido cinco vezes e, de cada vez, a minha carreira deu um passo em frente.

Ser despedido costumava ser um ponto negativo no seu curriculum.

Agora, alguns caçadores de talentos acham que isso é um activo, pois pode demonstrar iniciativa."


em "Não basta ser bom, é preciso querer ser bom" Paul Arden.
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Ir ou não ir?

Há decisões tão grandes que assustam. Daquelas que nos fazem roer as unhas e ter a perna constantemente a tremer. Decisões de uma vida. De ir ou ficar. De deixar a vida que se conhece para trás. Que nos trazem paz de espírito apenas e só depois de dar o primeiro passo. Falar delas é muito bom, em jeito de brincadeira e sonhos que só nos passam pela cabeça esporádicamente. Mas vê-las ganhar forma diante dos nosso olhos assusta. E o mais estranho é que assusta por ser tão bom de ver. Parece tão errado. Parecemos tão frágeis diante delas. Estamos por nossa conta e risco. Se falharmos voltamos para casa com a sensação de ter arriscado, de não ter ficado com o "e se" preso na garganta pelo resto da vida. O Manuel Forjaz, na entrevista ao Daniel Oliveira, quando já não acreditava que ia sobreviver, disse que a única coisa que mudaria na vida dele seria o facto de não ter ido viajar durante anos de mochila às costas. Diz ter-se arrependido de não absorver novas culturas e conhecer o mundo de uma maneira tão profunda quanto a de viajar sem destino. E eu chorei a ouvir aquelas palavras. Porque sei que se morrer daqui a 5, 10 ou 80 anos é precisamente do que me vou arrepender. Há pessoas que nascem para ver o mundo, para sair dos limites. E eu tenho-me limitado vezes demais.
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Time to change


Quando sentes que os dias não condizem contigo. Quando passas o dia a sonhar acordado. Quando as mais pequenas coisas te fazem sentir mal. Quando sentes a revolta física e a tentativa do teu corpo te sabotar os compromissos. Quando vives para o fim de semana. Quando aproveitas todos os minutos para planear a próxima viagem. Quando te desmazelas e não estás nem aí para isso. Quando a vida que tens te tira o sono. 
É quando deves aceitar a mudança. É hora de arregaçar as mangas. De correr a cidade de uma ponta à outra. De esperar oportunidades do outro lado da linha. De sorrir ao imaginar o que tanto queres. De escrever mil vezes, um milhão de vezes, as vezes que forem precisas o que realmente queres. De rezar para que o Universo conspire a favor. Porque quando o vento muda e as noites se tornam mais leves, quando se sente a mudança dentro de nós, quando se aceita que esta não é a vida que queremos, acredita que nem as cadeiras desconfortáveis onde esperas horas, por uns breves segundos de conversa, te fazem duvidar. É tempo de esperar decisões. E de conspirar a favor delas. Este é o tempo para concretizar sonhos.

[Get Up- Tom enzy ft. Mikkel Solnado]

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Coisas bonitas



O desafio desculpas há muitas continua. A motivação é cada vez maior. As fotografias cada vez mais bonitas. Obrigada aos autores do We Blog You e à Raquel. Tem sido uma experiência fantástica.

Branco | Hobby | Praia (iniciativa própria) | Casa | Cheiro | Moodboard: Beach (iniciativa própria)

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Organizar a inspiração

Gosto muito de organização. Mesmo no dia a dia gosto de delinear os horários, saber com o que posso contar e fazer planos. Acabo por ter sempre tempo para tudo e mais alguma coisa, tempo para trabalhar, participar em desafios de fotografia, arrumar as coisas de todos os dias em casa e para ver coisas bonitas. Foi assim que me apaixonei pelo Bloglovin. Organiza todos os meus blogs favoritos, mostra-me todos os dias a inspiração de que preciso para retirar da vida tudo o que ela tem para me oferecer. É um concentrado de coisas boas. Uma das melhores partes do meu dia.

Podem seguir-me também através dele. É só clicar aqui e perquisar por "O que vem à rede é peixe".

Espero que gostem tanto como eu ♥
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Próximo desafio, Fevereiro em imagens

A equipa do We Blog You, que tanto me ajuda a tornar este espaço mais bonito de visitar, juntamente com a Raquel, lançou um desafio para o mês de Fevereiro. Uma fotografia por dia, consoante os temos escolhidos pela Raquel, para adquirir experiência e à vontade com a máquina fotográfica e claro, captar momentos bonitos e que tragam inspiração a este Inverno cinzento.

Vou participar, como não podia deixar de ser. Podem seguir-me através do Instagram . De qualquer forma ao longo do mês faço uma escolha de algumas fotos e partilho aqui no blog com vocês ♥

Querem juntar-se a nós?




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Serenidade

Quando o fim está mesmo à nossa frente, é chegada a hora de por tudo em perspectiva. Pela nossa cabeça passam os melhores momentos, em modo repetição, as palavras que marcaram, as que ficaram por dizer. É na recta final que queremos parar um bocadinho o tempo. Passá-lo em slow motion, fechar os olhos e imaginar tudo diferente. Perceber o que nos vai fazer mais falta e o que vamos ter de melhor à nossa espera. A chave é respirar fundo e dar o último passo. O decisivo. Aquele que nos vai libertar de todo o medo, de toda a fraqueza que nos impedia de ver o caminho lá à frente. Agora é tempo de apreciar a calma da certeza, abraçar a decisão e fazer figas para sairmos inteiros. Porque não existe nada melhor do que ver chegar o momento porque tanto ansiámos, pelo qual batemos no fundo. Está a caminho. Sente-se no ar. No vento dos últimos dias. Nos sorrisos que se cruzam comigo. Está mesmo, mesmo a chegar. E eu, estou calma e serena. Preparada para abraçar um novo ciclo. Uma nova vida.

Londres 2013
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