Pages

amor incondicional

É o que se chama de amor incondicional. É chegar a casa e ser recebida com uma festa do tamanho do mundo, seja porque estive longe o dia todo ou apenas dez minutos. É aquele corpo quente aos nossos pés e o ressonar a meio da noite. É vê-la em completa felicidade a correr no meio do campo, as orelhas a saltar, a língua de fora e os olhos grandes e brilhantes. É ver um espírito livre correr em liberdade e ficar de coração cheio apenas por ter o privilégio de ser amada incondicionalmente. É a minha sombra. Que eu pedia desde que me lembro aos meus pais, que me ofereceram no dia mais feliz da minha vida. É aquele olhar cheio de amor e mimo assim que acordo. É o arrancar-me do sofá ao fim de semana para vê-la correr pela praia, feliz feliz. Nunca pensei sentir-me tão completa, tão cheia de amor por um cão que parece ser uma pessoa. E é. Já faz parte de mim, de nós, da nossa família. Já não me imaginava sem ela.





Sushi. 

Connosco há seis meses.

SHARE:

O nosso presente mais querido ♥

O tempo é tão pouco. Deviamos dar mais tempo ao tempo. Tempo para abraços, para brincadeiras, para mimos, tempo para namorar, para relaxar, para aproveitar a vida, para aproveitar o próprio tempo. E por isso quisemos apressar o tempo, quisemos voltar mais cedo da lua-de-mel, quisemos vir vê-la crescer. Esta é a Sushi. O nosso presente de casamento mais querido, mais brincalhão, que mais dá vontade de apertar.

Estamos deliciados. A nossa família está a crescer ♥






SHARE:

Patinhas e papoilas

Olhaste-me nos olhos, naquele último instante, e foi quando percebi que parte de mim me ia abandonar para sempre naquele dia. Perdemo-nos as duas no olhar uma da outra e adormeceste. Quando te embrulhei na minha mantinha de bebé, senti-te mais pequenina do que nunca. Como se tivesses perdido todo o amor que sentia por ti. Levei-te nos braços para a tua casinha no banco de trás do carro. Perdi parte da inocência que caracteriza a juventude dos adolescentes enquanto te conduzia ao lugar onde ficarias a descansar para sempre, por aquelas estradas estreitas. Não consegui deixar de perceber que tudo continuava igual. Os carros que se cruzavam connosco e tu ali, fria, frágil. Foi a única viagem que fiz sem olhar uma única vez pelo espelho retrovisor. A esperança já nos tinha abandonado. Tu, com o coração gelado e as patinhas frias, continuavas deitada no banco de trás, e o mundo continuava à nossa volta. Era verão, o calor envolvia a paisagem e eu não consegui chorar. Lembrei-me de quando passava dias longe de ti e no regresso dormia a noite inteira com o teu calor colado às minhas costas, ou de quando entrava triste e não me perdias de vista um segundo que fosse. Sentavaste nos móveis mais altos e estavas constantemente de vigia. Guardavas a minha infelicidade, numa tentativa que ela não crescesse e transbordasse. Numa tentativa de conteres a minha tristeza. Nós, as duas, no carro, quilómetros de estrada. O teu frio gelava-me as mãos. Estavas tão quieta, tão pequena. Perdeste toda a tua força, a que ainda te fez aguentar um ano de dores e cirurgias. Lutaste com tudo o que tinhas, mas mostraste-me que nada é para sempre. Que é ao desistir que muitas vezes somos mais fortes que tudo o resto. Ao guiar-te reconheci que já não eras minhas, passaste a ser de outra coisa qualquer. Quando te deitei no meio da terra onde saltitavas feliz em tardes de sol, pelo meio das papoilas, eras quase nada. E eu nada fui ao deixar-te para trás. Depois de doze anos contigo no colo, deixei-te ir. Para onde quer que estejas. Mas sei que sempre que o vento embala as papoilas estás de vigia. Aí, onde nada tem substância, mas onde continuas  guardar-me.




SHARE:

Sim, o sexto post de Natal ♥


Queixava-me eu de só ser natal uma vez por ano. Por mim devia ser o ano inteiro. É uma pena desmontar tudo ao fim de um mês, desligar as luzes, apertar tudo numa caixa e vá para a garagem e até para o ano. Bem sabia eu o que me esperava! Desde que amor pequenino pequenino entrou cá em casa não há tempo para esquecer o natal. E porquê? Simples. Todos os dias de manhã tenho de voltar a decorar a árvore. Todo o santo dia. Sr. gato acha muita piada a espalhar todas as decorações da árvore pela casa toda na calada da noite. Tenho para mim que nem dorme só para não me dar a satisfação de acordar e estar tudo arrumadinho no mesmo sítio. Isso ou temos aqui um apoiante do verão. Das duas uma. O que é certo é que já deito enfeites de natal pelos olhos!


imagem pinterest
SHARE:

Frio e um casaco de pêlo


Começam os pedidos de colo e os mimos de inverno.
SHARE:

Bring me peace

 
Brunch homemade.
 
 
Sonecas.
 

 
:)
SHARE:

Natal parte 3



Quer acreditem, quer não, todos os dias faço a árvore de Natal.
Como é possível? E porquê?
Experimentem deixar um pequeno destruidor chamado Tozé sozinho em casa durante o dia. Quando chego tenho Natal espalhado pela casa inteira !!!

(o que até é fofinho...mas esta parte ele não pode saber!)
SHARE:
© O que vem à rede é peixe. All rights reserved.